Profissionais capazes:
Ontem:
Fui ao ginásio... Já tenho alguma experiência nestas andanças tendo em conta que andei dois anos em C.F.&M. no ginásio da minha antiga escola, onde diga-se de passagem, já me sentia como em casa...
Este mês inscrevi-me num ginásio, grande em dimensões e em nome... Ontem foi a segunda vez que lá fui, com o meu pai e o meu irmão! Da primeira o treino foi, para um primeiro treino, normalissimo... Desta vez quando cheguei, um indivíduo de media estatura, caucasiano, dirige-se a nós como se fosse a primeira visita (tudo bem uma vez que nunca nos tinha visto por lá!)... Estava tudo a correr nas conformidades! Quinze minutos de bicicleta, mais quinze de passadeira, cinco de uma maquina estranhissima (aqui comecei a estranhar uma vez que na sessão anterior tinha feito, tal como nas outras máquinas, quinze minutos! Mas pronto como o ginásio estava cheio, secalhar era para dar para todos!), e no final fomos para um remo que não é remo! E digo um remo que não é remo porquê? Porque esta máquina é uma fusão do remo normal com a prensa (para quem não conhece os aparelhos é complicado de explicar... Lamentamos!). Foi nesta altura que comecei a achar que este treinador não passava de um preparador físico de grávidas! Dizia-nos para respirar mais quando nem ofegantes estávamos, aplicava pesos de criança e ficámo-nos por três exercicios a nível muscular!
Treinador: "Agora os alongamentos: Juntem o "rabiosque" aos calcanhares..."
Epá! Ninguém com saúde a nível hormonal diz algo como "rabiosque"!
Treinador: "Dobrem-se para a frente, fechem os olhos..."
Quando o gajo fecha os olhos desmancho-me a rir... So conseguia pensar: "A aula de Yoga é no andar de baixo não é!?"
Depois esteve-nos a ensinar como nos deviamos levantar do tapete quando estamos deitados... Demorou meio minuto para se pôr de pé!
Não volto a treinar quando lá estiver aquele escuteiro... Não é por mim, acho que para ele não deve ser nada agradável ver o pessoal a rir à parva enquanto ele faz três dorsais...
"Bem! Agora vamos aos abdominais!" diz o gajo... O meu pai faz uma careta e o meu irmão olha para mim já com cara de gozo, perguntando: "Quantos quererá ele? Trezentos? Na semana passada só fizemos vinte!"
Treinador: "Vamos então fazer cinco abdominais, senão amanhã não se podem mexer!"
Hun!? Ele disse cinco? Espera... Onde é que ele leva os aparelhos de abdominais? Abdominais curtos!? Mas, mas... Não é aqui o ginásio!?
Hoje:
Tive, esta tarde, mais uma fatídica aula de condução!
Porquê fatídica!? Conduzir é engraçado! O carro da escola de condução é, sem dúvida, bom em contradição com o que seria de esperar!
Tudo de bom para que as minhas aulas fossem de uma qualidade realmente superior! Tinha de me calhar um mastodonte no lugar de um instrutor... Mas que verdadeira peça de artilharia belico-verbal aquele homem é! Apesar de pouco dotado a nível vocabular o animal teima em repetir as poucas palavras que conhece, e chega a criar situações geradoras dessa tremenda verborreia, digna de um filme de guerra dedicado! Palavras e frases essas que passo a enumerar:
- Vamos
- Para
- Páre!
- Esquerda
- Direita
- Em frente
- Marcha a trás
- Estou fodido!
- Chega-te prá direita!
- Epá!!!!!!
- Abre os olhos!
- Não viste o sinal!?
- Olhás pessoas pá!
- Olha o passeio!
- Proximo/a (dia da semana) às (Hora) pode ser?
- Para ti não há mais ninguém na estrada não!?
Acho que nunca o ouvi dizer mais nada... Ah! Sim uma vez disse:
- Bom fim de semana!
O que me irrita não é o lapso vocabular do indivíduo mas a falta de eficiência a nível didáctico... Este tipo espera que o aluno faça asneira para o repreender! A repreenção pode ser uma forma de educar mas nunca de ensinar! No meu entender, ensinar alguém a conduzir um carro consiste em alertar o aluno a tempo e horas para os perigos, prepara-lo para que consiga prever situações complicadas e como se há-de desenrrascar delas! Nunca, esperar que a asneira esteja prestes a acontecer, deitar o pé à embraiagem e ao travão e começar a resmungar desenfreadamente "Para ti não há mais ninguém na estrada não!?"... Faz parte da aprendizagem da condução, o condutor ganhar uma certa sensibilidade relativamente ao direccionamento da sua atenção principal! Para alguém como eu isto torna-se complicado, uma vez que sou extremamente distraído... Mas isso já são condicionantes individuais!
Ontem:
Fui ao ginásio... Já tenho alguma experiência nestas andanças tendo em conta que andei dois anos em C.F.&M. no ginásio da minha antiga escola, onde diga-se de passagem, já me sentia como em casa...
Este mês inscrevi-me num ginásio, grande em dimensões e em nome... Ontem foi a segunda vez que lá fui, com o meu pai e o meu irmão! Da primeira o treino foi, para um primeiro treino, normalissimo... Desta vez quando cheguei, um indivíduo de media estatura, caucasiano, dirige-se a nós como se fosse a primeira visita (tudo bem uma vez que nunca nos tinha visto por lá!)... Estava tudo a correr nas conformidades! Quinze minutos de bicicleta, mais quinze de passadeira, cinco de uma maquina estranhissima (aqui comecei a estranhar uma vez que na sessão anterior tinha feito, tal como nas outras máquinas, quinze minutos! Mas pronto como o ginásio estava cheio, secalhar era para dar para todos!), e no final fomos para um remo que não é remo! E digo um remo que não é remo porquê? Porque esta máquina é uma fusão do remo normal com a prensa (para quem não conhece os aparelhos é complicado de explicar... Lamentamos!). Foi nesta altura que comecei a achar que este treinador não passava de um preparador físico de grávidas! Dizia-nos para respirar mais quando nem ofegantes estávamos, aplicava pesos de criança e ficámo-nos por três exercicios a nível muscular!
Treinador: "Agora os alongamentos: Juntem o "rabiosque" aos calcanhares..."
Epá! Ninguém com saúde a nível hormonal diz algo como "rabiosque"!
Treinador: "Dobrem-se para a frente, fechem os olhos..."
Quando o gajo fecha os olhos desmancho-me a rir... So conseguia pensar: "A aula de Yoga é no andar de baixo não é!?"
Depois esteve-nos a ensinar como nos deviamos levantar do tapete quando estamos deitados... Demorou meio minuto para se pôr de pé!
Não volto a treinar quando lá estiver aquele escuteiro... Não é por mim, acho que para ele não deve ser nada agradável ver o pessoal a rir à parva enquanto ele faz três dorsais...
"Bem! Agora vamos aos abdominais!" diz o gajo... O meu pai faz uma careta e o meu irmão olha para mim já com cara de gozo, perguntando: "Quantos quererá ele? Trezentos? Na semana passada só fizemos vinte!"
Treinador: "Vamos então fazer cinco abdominais, senão amanhã não se podem mexer!"
Hun!? Ele disse cinco? Espera... Onde é que ele leva os aparelhos de abdominais? Abdominais curtos!? Mas, mas... Não é aqui o ginásio!?
Hoje:
Tive, esta tarde, mais uma fatídica aula de condução!
Porquê fatídica!? Conduzir é engraçado! O carro da escola de condução é, sem dúvida, bom em contradição com o que seria de esperar!
Tudo de bom para que as minhas aulas fossem de uma qualidade realmente superior! Tinha de me calhar um mastodonte no lugar de um instrutor... Mas que verdadeira peça de artilharia belico-verbal aquele homem é! Apesar de pouco dotado a nível vocabular o animal teima em repetir as poucas palavras que conhece, e chega a criar situações geradoras dessa tremenda verborreia, digna de um filme de guerra dedicado! Palavras e frases essas que passo a enumerar:
- Vamos
- Para
- Páre!
- Esquerda
- Direita
- Em frente
- Marcha a trás
- Estou fodido!
- Chega-te prá direita!
- Epá!!!!!!
- Abre os olhos!
- Não viste o sinal!?
- Olhás pessoas pá!
- Olha o passeio!
- Proximo/a (dia da semana) às (Hora) pode ser?
- Para ti não há mais ninguém na estrada não!?
Acho que nunca o ouvi dizer mais nada... Ah! Sim uma vez disse:
- Bom fim de semana!
O que me irrita não é o lapso vocabular do indivíduo mas a falta de eficiência a nível didáctico... Este tipo espera que o aluno faça asneira para o repreender! A repreenção pode ser uma forma de educar mas nunca de ensinar! No meu entender, ensinar alguém a conduzir um carro consiste em alertar o aluno a tempo e horas para os perigos, prepara-lo para que consiga prever situações complicadas e como se há-de desenrrascar delas! Nunca, esperar que a asneira esteja prestes a acontecer, deitar o pé à embraiagem e ao travão e começar a resmungar desenfreadamente "Para ti não há mais ninguém na estrada não!?"... Faz parte da aprendizagem da condução, o condutor ganhar uma certa sensibilidade relativamente ao direccionamento da sua atenção principal! Para alguém como eu isto torna-se complicado, uma vez que sou extremamente distraído... Mas isso já são condicionantes individuais!

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