sábado, janeiro 24, 2004

No seguimento...

No seguimento desta descrição do meu regresso a casa por Territórios Ocupados (já sei, já sei, só tem graça à primeira) pude observar a nova campanha publicitária do Partido Socialista para tentar vencer a corrida à câmara de Portugal, que é como quem diz de Lisboa, porque enfim, todos sabemos que o resto não passa de paisagem onde nós, (ou, pelo menos, eu) burgueses estabelecidos, possuímos grandes propriedades latifundiárias.
Mas estava eu caminhando, quando vejo o referido cartaz onde uma pequena rapariguinha pergunta pela mãe e pelo pai e o PS pergunta ao Dr. Santana Lopes o que é que ele pretende fazer quanto a isso. Provavelmente o erro é meu, mas não estarão eles a fazer a pergunta à pessoa errada? A meu ver, e tendo em conta os últimos acontecimentos, quem quiser saber onde é que se encontram crianças tem de falar directamente com o... (peço desculpa, mas não pretendo ser processado pela difamação do (bom?) nome de ninguém, mesmo que este já tenha sido suficientemente difamado. Para que fique claro, não estou a falar nem do Carlos Cruz, nem do Bibi, nem do Farfalha, nem do Herman, nem do Chalana, nem do Jorge Sampaio...).
Fora de coisas sérias, eu propunha ao Partido Socialista que fizesse uma pergunta mais adequada à sua situação partidária. Como, por exemplo, um cartaz com a cara do Dr. Ferro Rodrigues ao lado da qual estivesse um pau a simbolizar um U ao contrário e uma frase dele a perguntar: "Mãe! Pai! Porque é que eu já não a ponho de pé?" A interpretação ficaria, claro está, a cargo de cada um, mas para que não comecem a inventar, é claro que me estou a referir ao símbolo do PS, a rosa.
Mas não deixa de ser uma boa ideia.